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Segunda, 20 de agosto de 2018, 11h59

EM 2005

Agente é condenado por facilitar fuga de pistoleiro de Arcanjo

Arthur Santos da Silva, repórter do GD


O Juiz Jorge Tadeu, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, condenou a 2 anos e 6 meses de reclusão Augusto Alexandre de Barros Santa Rita, acusado de facilitar a fuga do ex-policial militar Célio Alves, que evadiu da penitenciária Pascoal Ramos no dia 24 de julho de 2005, após o horário de visitas.

Chico Ferreira

Célio Alves 

Com mais de 80 anos de condenações por assassinatos e outros crimes, Célio era considerado um dos pistoleiros de João Arcanjo Ribeiro, ex-bicheiro e chefe do crime organizado em Mato Grosso.

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Segundo os autos, com auxílio de Augusto, que era agente prisional, o pistoleiro conseguiu acesso à área restrita aos presos que não ocupavam as celas especiais. Assim, Célio dirigiu-se ao portão principal.

O fugitivo percorreu mais de 130 m e, ao chegar aos fundos do presídio, com o auxílio de uma corda de aproximadamente 12 m de cumprimento deixada junto ao muro da penitenciária por seus comparsas, conseguiu escalar o muro.

Em sua defesa, o réu negou a prática do crime de facilitação de fuga de preso, limitando-se a imputar a acusação contra si a uma artimanha do então Diretor do Presídio, Ronildo Viccari e do Subdiretor, Marcos Zanin.

Em sua decisão, porém, Jorge Tadeu afirmou que “há prova suficiente a ensejar a condenação”. A pena de 2 anos e 6 meses de reclusão foi substituída por duas penas restritivas de direito que serão fixadas pela Vara de Execução Penal.

Outros dois acusados foram absolvidos no mesmo processo, por falta de provas.

Célio

O ex-policial foi recapturado no dia 07 de julho de 2007 pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), formado por policiais militares e promotores, em parceria com o Grupo Especial de Fronteira (Gefron).

Ele foi localizado no município de Cáceres próximo às localidades conhecidas como Avião Caído e Roça Velha.



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