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Terça, 28 de agosto de 2018, 00h00

Comemoração


O final de semana foi de festa para, pelo menos, um dos ex-internos do Centro de Custódia da Capital (CCC). Fontes dessa coluna afirmam que o ex-secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, comemorou em grande estilo a liberdade. A festança varou a madrugada e reuniu familiares, advogados, amigos e até membros do governo, que atualmente é comandado pelo seu primo, Pedro Taques (PSDB).

Bons antecedentes?

E por falar nos (ex)presos da Bereré, um dos argumentos que passou pela boca de vários dos desembargadores que votaram pelo fim da prisão temporária deles foi de que todos tinham emprego e endereço fixo, além de bons antecedentes e eram réus primários.
Bom, quanto ao emprego e à residência fixa, ok. Já quanto a bons antecedentes, restam certas dúvidas em relação a alguns. Paulo Taques, por exemplo, já foi preso três vezes. É certo que não foi condenado por nada até o momento, mas que levanta suspeita, levanta.

Corrida paralela

E a corrida paralela que acontece dentro da corrida eleitoral deste ano, continua a todo vapor: aquela dos candidatos majoritários por apoio de lideranças filiadas a partidos que não estão nas suas coligações. A conquista mais recente nesse sentido foi a de Carlos Fávaro (PSD). Conseguiu apoio do vice-prefeito de Alta Floresta, Chico Gamba, que é filiado ao PSDB, de Pedro Taques. Lembrando que Fávaro está na chapa de Mauro Mendes (DEM), que também disputa o governo do Estado.

Chegando cedo

Para quem trabalha na Prefeitura de Várzea Grande, o alívio do 13º salário já chega no mês que vem. A prefeita Lucimar Campos (DEM) decidiu antecipar metade do pagamento no dia 20 de setembro. Até o final do ano, segundo a equipe econômica do município, serão injetados na cidade aproximadamente R$ 140 milhões referente às seis folhas de pagamento que ainda restam. As datas de recebimento continuam confirmadas: sempre dentro do mês trabalhado.

Gasto ou investimento?

E o pagamento dos salários é visto na gestão Lucimar Campos exatamente como um investimento e não como gastos. A avaliação da equipe econômica é que mantendo o calendário de pagamento dos salários dos servidores públicos em dia, a prefeitura consegue manter dinheiro circulando na cidade e, consequentemente, o mercado e economia local aquecidos, o que gera renda para as indústrias e comércio e, dessa forma, mais impostos pagos ao próprio poder público.

Pega essa, MP!

Pelo visto, o Ministério Público Eleitoral vai ter que notificar a Câmara de Cuiabá da mesma forma que fez com a Assembleia Legislativa. Se no Parlamento estadual os deputados usam a tribuna para fazerem campanhas a si próprios e aos seus respectivos candidatos ao governo; no municipal, foi a eleição da Mesa Diretora, realizada nesta segunda-feira (27), que acabou virando “palanque” para dois postulantes ao Paiaguás.

Gracinha

A “gracinha” começou com o vereador Gilberto Figueiredo (PSB). Ex-secretário de Educação na gestão Mauro Mendes à frente da Prefeitura de Cuiabá, ele declarou o voto dizendo: “por tudo que fez por Cuiabá, vote 25 e confirme”. Acontece que o socialista não estava se referindo a Misael Galvão (PSB), em quem votou para a presidência do Legislativo. Por conta disso, Renivaldo Nascimento (PSDB) - que também votou em Misael - não deixou barato. Na hora de votar, citou o correligionário Pedro Taques, ainda que indiretamente: “para continuar trabalhando por Mato Grosso, vote 45”.
 



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