WhatsApp Twuitter

Sábado, 15 de setembro de 2018, 14h02

Após descobrir que não é mãe biológica do filho, mulher faz post no Facebook

Ana Flávia Corrêa, repórter do GD


Divulgação

Gislene e Wandre

Uma moradora de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), Gislene Diogo da Silva, descobriu que seu 1º filho, Wandre Pohl Castilho, hoje com 23 anos, na verdade não é seu filho biológico. Ela desconfia que ele tenha sido trocado após o parto, na Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis, em 1995.

Em um post no Facebook, ela revelou que há 8 anos tenta descobrir o paradeiro de seu filho de sangue e identificar os pais de Wandre. A publicação, de 31 de agosto, até a publicação desta matéria tinha 16 mil comentários e 6,4 mil compartilhamentos.

"Na época foi como se eu tivesse sido atingida por um Tsunami. Fiquei com medo de perder meu filho. E por outro lado, você descobre que seu filho biológico está por aí... Como poderia encontra-lo?", disse na publicação.

De acordo com o relato, ela deu a luz às 19h50 de uma segunda-feira por meio de um parto normal "tranquilo". Ela disse não ter sentido dores, apesar da pouca idade, e revelou que o procedimento foi rápido. Depois de 15 anos, no entanto, após um exame de DNA para comprovar se Wander era filho de seu pai, descobriram que ele também não era filho biológico de Gislene.

Agora, ela procura as crianças que nasceram no mesmo dia que Wandre, 13 de fevereiro de 1995, para solucionar o caso. "Porém já se passaram 8 longos anos e até dado momento nenhum resultado positivo. Já fiz exame com duas crianças, dando resultado negativo para maternidade. Mais duas crianças fizeram direto com a mãe e deu positivo para a ma ternidade", publicou.

Reprodução

Postagem feita no Facebook

"Decidi expor na mídia para ver se conseguimos alguma agilidade. Precisamos saber onde está o meu filho biológico e também queremos saber quem são os pais do meu filho Wandre. Na Justiça está muito devagar".

Outro lado

Em nota, a Polícia Civil afirmou que um inquérito para apurar a troca dos bebês foi aberto em 2012 pelo delegado João Paulo Andrade Farias. Na ocasião, o hospital forneceu a lista das crianças que nasceram na unidade em na data do parto, mas todos os exames deram negativo.

Com isso, a lista foi ampliada a incluiu também os nascidos nos dias 12 e 14 de fevereiro, já que as pacientes podem ficar 3 dias internadas no hospital após o parto. Essas ainda não fizeram os exames, de acordo com a polícia.

A Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis, por outro lado, levantou a hipótese da troca ter sido feita após a saída da maternidade, já que todos os bebês recebem uma pulseira de identificação.  



// leia também

Domingo, 16 de setembro de 2018

09:47 - Benefícios são negados com frequência em MT

09:04 - Morre aos 113 anos líder quilombola Antônio Mulato

08:17 - Colisão entre carro e carreta deixa três mortos na BR-163

Sábado, 15 de setembro de 2018

13:05 - Hospital de Rondonópolis é interditado após infiltração e novo alagamento - veja vídeo

10:25 - Motociclista tem a perna dilacerada em acidente envolvendo ônibus

Sexta, 14 de setembro de 2018

19:58 - MPE e Cuiabá fazem acordo para impedir construção de condomínio

18:14 - Emanuel Pinheiro promete entregar novo Pronto-Socorro em dezembro

13:30 - Mãe procura por filha desaparecida há 7 dias em Colniza

09:54 - Ex-prefeito não resiste a Acidente Vascular Cerebral e morre em Cuiabá

09:43 - Advogado afirma que Arcanjo está sendo vítima de armação